Mateus: 5. 16. Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, de modo que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus. - Bíblia JFA Offline
Certo Domingo estava eu, Igor Nogueira, e minha Esposa, Paloma Nogueira, reunidos com os irmãos da igreja, na igreja, num almoço maravilhoso, um tempo de comunhão super gostoso após uma pregação belíssima que o Pr Nathan trouxe naquela manhã.
Eu estava suspenso ainda com as maravilhas que haviam sido declaradas naquela manhã, quando entrou uma senhora na igreja, na hora do almoço, pedindo comida. Meu coração, cheio de julgamento, me fez ficar observando aquela senhora ali comendo. E de repente "alguma coisa" me fez voltar na pregação, que não tinha meia hora que tinha sido pregada, quando o Pr Nathan tinha mostrado que Cristo não veio para ser servido, mas, sim, para servir. A partir daí comecei uma guerra psicológica, como Eu, sendo cristão, servo de Jesus Cristo, poderia ter uma atitude tão miserável de ficar, embora interiormente, julgando aquela senhora? Por perturbar a minha paz, por simplesmente, pedir um prato de comida? Por que a atitude do meu coração foi tão mesquinho naquela hora? Se Jesus Cristo, O VERBO QUE SE FEZ CARNE, teve a capacidade de ignorar qualquer preconceito já imposto pela sociedade de sua época, por quê eu, uma pessoa tão pequena, tão insignificante, não consigo olha com AMOR pra uma pessoa faminta? Por quê? Qual a diferença entre eu e aquela senhora? Talvez nas vestes, talvez seja só a soberba que me assolou naquele momento. O primeiro julgamento que me veio à mente foi justamente o de pensar que toda vez que tem almoço na igreja, vem alguém perturbar querendo comida. Mas quantas vezes eu parei pra refletir de que, talvez elas sejam justamente a prova que Deus quer nos fazer passar pra aprendermos a lição que anteriormente foi ensinada? Ou simplesmente pra me fazer refletir sobre as pregações das quintas, onde estou aprendendo sobre como aplicar os principais mandamentos de Deus. Que é Amar a Deus acima de todas as coisas e Amar o próximo como a mim mesmo. Ainda nem chegamos na parte de amar o próximo como a mim mesmo e já estou incomodado, imagina quando chegarmos lá. Eu já estava ficando sufocado, pensando naquele sentimento que estava no meu coração naquele Domingo. E hoje cedo, fazendo o devocional, me deparei com esse versículo que coloquei no topo. E me fez refletir. Como vou fazer minha luz brilhar diante dos homens, se nem olhar com compaixão pra uma senhora faminta eu consigo olhar? Uma coisa eu sei, Deus está lapidando meu coração aos poucos. E estou muito feliz por isso. Espero que esse testemunho sirva de crescimento também pra quem estiver lendo isso.